UAL..AFFF!

Coração, entenda para o nosso próprio bem que eu não quero sentir menos, só quero sentir direito. Do contrário, vamos nos machucar de novo.

Quem sou eu

Minha foto
sou sonia e sou apaixonada por minha familia! Sou uma guardadora de rebanho, o rebanho é os meus pensamentos e os meus pensamentos são todos sensações. Penso com os olhos e com os ouvidos e com as mãos e os pés e com o nariz e a boca..sinto meu corpo deitado na realidade, sei a verdade e sou feliz!!! Tentei escrever poesia, a poesia viajou Tentei escrever carta, o correio já fechou ... Tentei escrever... e só descrevo o meu amor...

quarta-feira, 11 de abril de 2012

ENVELHECER...



"A desvalorização do envelhecimento é consequência inevitável da inaptidão do idoso para responder às demandas do capital e da paixão idiota pela velocidade. Sendo o idoso a “encarnação” do passado, e tendo sua experiência valor zero no mercado do mundo, é inevitável que ele sinta que não vale nada. ... a maioria dos idosos é banal e pouco sábia. Aliás, o efeito das grandes quantidades é sempre este: redução do valor como mercadoria, banalização do conteúdo. Quanto mais idoso existe, menos ele vale no mercado dos homens. Contradição dura esta, não? A vida longa é desejável, mas o resultado é o aumento do estoque de banalidade na forma deformada do corpo humano. Outro fator a destruir o lugar do idoso no mundo contemporâneo é sua substituição por outros instrumentos de transmissão de conhecimento: internet, mídia, uma escola a cada esquina (mesmo que vagabunda). Esse fenômeno foi chamado de “morte do narrador”: ninguém precisa do idoso para “narrar o mundo” e dar sentido a ele. O idoso é ultrapassado, não acompanha as mudanças, é lento, tende ao repouso. De lugar da produção de sentido (O NARRADOR DA VIDA), ele passa a ser o abismo da falta de sentido dela: envelhece, perde funções vitais, é um peso para os seus, ocupa espaço e é inútil."

Nenhum comentário:

Seguidores